Surf em Rio de Janeiro
O surf brasileiro nasceu, em boa parte, no Arpoador: nos anos 1950 e 1960, a pedra entre Copacabana e Ipanema virou o ponto de encontro dos primeiros surfistas da cidade, com pranchas de madeirite. Hoje os picos cariocas vão do Arpoador a São Conrado, onde as asas-deltas pousam na areia, e à Barra da Tijuca, a maior praia da cidade, e seguem pela Zona Oeste até Macumba, Prainha e Grumari, praias cercadas de Mata Atlântica e protegidas por unidades de conservação. Do outro lado da baía, em Niterói, Itacoatiara tem ondas fortes que quebram perto da areia.
As praias olham para o sul e trabalham com as ondulações das frentes frias, mais frequentes do outono à primavera; o verão costuma ser mais flat. O vento norte é terral na maior parte da orla, e no verão o nordeste costuma entrar à tarde. Depois de chuva forte, evite as praias perto de canais e saídas de esgoto.
Texto revisado em 11/10/2026.